"À coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dize-la. Muito do que se segue pode ser por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dize-lo. O que eu quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Teixeira de Pascoaes meteu-se num navio para ir atrás de uma rapariga inglesa com quem nunca tinha falado. Estava apaixonado, foi parar a Liverpool. Quando finalmente conseguiu falar com ela, arrependeu-se. Quem é que hoje é capaz de se apaixonar assim? Hoje em dia as pessoas apaixonam-se por uma questão pratica. Porque da jeito. Porque são colegas e estão mesmo ali ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornam-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-socio-bio-ecologica da camaradagem. A paixão que devia ser desmedida é medida na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade ficam "praticamente" apaixonadas. Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "ta bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananoides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alivio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "da lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Por onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassado ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa a beleza. É esse o perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa a vida é outra. A vida as vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para se perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. é a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa e o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E vale-la tambem.”
Miguel Esteves Cardoso “Expresso”
Ontem porque o presente termina a cada milésimo de segundo que passa. A perspectiva futura, só pode ser alimentada pela nossa imaginação. Ontem faz todo o sentido, porque é hoje que reflicto e guardo na memória todos os momentos maravilhosos que passei e até mesmo aqueles que por muito me custe nunca vão ser esquecidos... Até Ontem, é como te dizer até sempre.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Uma Vida...
Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas de hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destruí-la, e que poderás fazer coisas das quais te arrependerás para o resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas são tiradas da tua vida muito depressa, por isso devemos sempre despedir-nos das pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser.
Descobres que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto. Aprendes que, ou controlas os teus actos ou eles te controlarão e que ser flexível nem sempre significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, existem sempre os dois lados. Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita prática.
Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te empurre, quando cais, é uma das poucas que te ajuda a levantar. Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que aprendeste com elas do que com quantos aniversários já comemoraste. Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são disparates, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobres que só porque alguém não te ama da forma que desejas, não significa que esse alguém não te ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, poderás ser em algum momento condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que tu o consertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar mais... que és realmente forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor perante a vida!
As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas de hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destruí-la, e que poderás fazer coisas das quais te arrependerás para o resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas são tiradas da tua vida muito depressa, por isso devemos sempre despedir-nos das pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser.
Descobres que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto. Aprendes que, ou controlas os teus actos ou eles te controlarão e que ser flexível nem sempre significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, existem sempre os dois lados. Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita prática.
Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te empurre, quando cais, é uma das poucas que te ajuda a levantar. Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que aprendeste com elas do que com quantos aniversários já comemoraste. Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são disparates, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobres que só porque alguém não te ama da forma que desejas, não significa que esse alguém não te ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, poderás ser em algum momento condenado.
Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que tu o consertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar mais... que és realmente forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor perante a vida!
As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Pontes de desejo
São enormes e belas as pontes do desejo
Estou entre duas margens
Sei de onde parti,
nunca sei onde chegarei
Gosto de atravessar uma ponte
Fecho os olhos e sinto-me num mundo de sonho.
Hoje entraste no meu sonho.
Eu tinha partido há pouco tempo numa viagem estranha, confusa, cheia de vozes e pessoas que passavam por mim tão depressa que nem me viam.
Tentava atravessar a ponte para chegar à outra margem e de repente já não era a ponte, nem o rio, nem as luzes do crepúsculo, nem o cheiro da cidade.
Agora eras tu que entravas no meu sonho e no meu quarto e me beijavas em silêncio.
Com uma carícia no meu rosto apagaste o ruído que me assustava.
Com um abraço doce embrulhaste-me no teu perfume de homem.
Agora já não havia ruas, nem pessoas, nem cidades nas margens da ponte, nem cores fortes que me feriam os olhos.
Agora era o meu corpo nu que se transformava na ponte do teu desejo.
Agora era o teu olhar que me desenhava em abraços e beijos que já não eram meus nem teus.
Eram nossos.
Agora era o teu corpo nu no meu, e a tua pele era o meu prazer e o meu sorriso era o teu gozo.
Agora apagavam-se as margens.
Apenas no meu caminho, a ponte onde fomos desejo, onde fomos prazer, onde fomos silêncio e gritos sufocados.
Agora tu e eu éramos a ponte, onde conseguimos parar o tempo.
E desapareceram as margens.
Estou entre duas margens
Sei de onde parti,
nunca sei onde chegarei
Gosto de atravessar uma ponte
Fecho os olhos e sinto-me num mundo de sonho.
Hoje entraste no meu sonho.
Eu tinha partido há pouco tempo numa viagem estranha, confusa, cheia de vozes e pessoas que passavam por mim tão depressa que nem me viam.
Tentava atravessar a ponte para chegar à outra margem e de repente já não era a ponte, nem o rio, nem as luzes do crepúsculo, nem o cheiro da cidade.
Agora eras tu que entravas no meu sonho e no meu quarto e me beijavas em silêncio.
Com uma carícia no meu rosto apagaste o ruído que me assustava.
Com um abraço doce embrulhaste-me no teu perfume de homem.
Agora já não havia ruas, nem pessoas, nem cidades nas margens da ponte, nem cores fortes que me feriam os olhos.
Agora era o meu corpo nu que se transformava na ponte do teu desejo.
Agora era o teu olhar que me desenhava em abraços e beijos que já não eram meus nem teus.
Eram nossos.
Agora era o teu corpo nu no meu, e a tua pele era o meu prazer e o meu sorriso era o teu gozo.
Agora apagavam-se as margens.
Apenas no meu caminho, a ponte onde fomos desejo, onde fomos prazer, onde fomos silêncio e gritos sufocados.
Agora tu e eu éramos a ponte, onde conseguimos parar o tempo.
E desapareceram as margens.
domingo, 16 de dezembro de 2007
Jogos de sedução
Não deve haver nada de mais excitante que os inícios de relações e os joguinhos de sedução que se criam à volta do desejo e da atracção.
É bom seduzir e ser-se seduzido(a). É óptimo desejar e ser-se desejado(a). Cada casal cria os seus próprios códigos de conduta e também a própria história da relação que, geralmente, vai substituir as histórias amorosas anteriores.
Gosto dos olhares prolongados que transmitem o que as palavras já não sabem. Gosto dos sorrisos ternos e cúmplices. Gosto da mão que me toca levemente ou mais insistentemente. Gosto daquele abraço compreensivo ou desejoso. Gosto do cheiro da pele, das peles que se tocam, não fosse eu cinestésica. Gosto de acarinhar e de me sentir acarinhada.
O que eu não gosto mesmo, é daqueles joguinhos que algumas pessoas adoram fazer para se sentirem mais desejadas, que é agora vou ignorar-te solenemente para criar em ti o desejo insaciável de mim. Se agora não te responder às mensagens e aos telefonemas, vais querer-me mais. Se me mostrar distante, vais querer caçar-me e depois dar-me-ei quando me apetecer.
Esses joguinhos comigo não funcionam. Odeio ser ignorada e rejeitada, não por ser muito mimada mas porque admito ser insegura. Esse tipo de joguinhos fazem-me descrer no outro, fazem-me pensar que afinal me iludi e não há atracção por parte do outro. E como ninguém gosta de indiferença, simplesmente desligo, desligo-me do outro para não sofrer. Prefiro acabar o que nem sequer começou antes que os laços sejam demasiado fortes.
Sei que muitas pessoas gostam desses jogos e não entendo muito bem por que motivo gostam. Não percebo porque tenho de me mostrar indiferente a alguém se me atrai, não entendo porque tenho de evitar falar se quero comunicar, nem compreendo porque devo colocar alguém na prateleira se o quero abraçar.
Os franceses dizem: laisser morfondre, moisir quelqu'un e gosto destas expressões, porque é mostram o lado sadomasoquista desses jogos: deixar definhar alguém ou deixar que alguém fique num canto até ganhar bolor...
Peço desculpa se melindrei alguém. Não era essa a minha intenção, nem tão pouco me sinto nesta situação, mas apenas mostrar porque não gosto destes joguinhos de sedução. Como eu gosto dizer é o mal de tomarem-nos como um dado adquirido!!! lol
Digam da vossa justiça! :)
É bom seduzir e ser-se seduzido(a). É óptimo desejar e ser-se desejado(a). Cada casal cria os seus próprios códigos de conduta e também a própria história da relação que, geralmente, vai substituir as histórias amorosas anteriores.
Gosto dos olhares prolongados que transmitem o que as palavras já não sabem. Gosto dos sorrisos ternos e cúmplices. Gosto da mão que me toca levemente ou mais insistentemente. Gosto daquele abraço compreensivo ou desejoso. Gosto do cheiro da pele, das peles que se tocam, não fosse eu cinestésica. Gosto de acarinhar e de me sentir acarinhada.
O que eu não gosto mesmo, é daqueles joguinhos que algumas pessoas adoram fazer para se sentirem mais desejadas, que é agora vou ignorar-te solenemente para criar em ti o desejo insaciável de mim. Se agora não te responder às mensagens e aos telefonemas, vais querer-me mais. Se me mostrar distante, vais querer caçar-me e depois dar-me-ei quando me apetecer.
Esses joguinhos comigo não funcionam. Odeio ser ignorada e rejeitada, não por ser muito mimada mas porque admito ser insegura. Esse tipo de joguinhos fazem-me descrer no outro, fazem-me pensar que afinal me iludi e não há atracção por parte do outro. E como ninguém gosta de indiferença, simplesmente desligo, desligo-me do outro para não sofrer. Prefiro acabar o que nem sequer começou antes que os laços sejam demasiado fortes.
Sei que muitas pessoas gostam desses jogos e não entendo muito bem por que motivo gostam. Não percebo porque tenho de me mostrar indiferente a alguém se me atrai, não entendo porque tenho de evitar falar se quero comunicar, nem compreendo porque devo colocar alguém na prateleira se o quero abraçar.
Os franceses dizem: laisser morfondre, moisir quelqu'un e gosto destas expressões, porque é mostram o lado sadomasoquista desses jogos: deixar definhar alguém ou deixar que alguém fique num canto até ganhar bolor...
Peço desculpa se melindrei alguém. Não era essa a minha intenção, nem tão pouco me sinto nesta situação, mas apenas mostrar porque não gosto destes joguinhos de sedução. Como eu gosto dizer é o mal de tomarem-nos como um dado adquirido!!! lol
Digam da vossa justiça! :)
domingo, 2 de dezembro de 2007
Nada tenho, tudo Sinto!!!!!!!
Despida de preconceitos
Caminho neste turbilhão de emoções
Neste sentimento capaz de mover o mundo
E que me dá forças para viver dia após dia
Desnorteada, perdida, completamente fora de mim
Assim me sinto quando me tocas, não o corpo mas a alma
O pulsar frenético do meu coração expõe as minhas fraquezas
Nada tenho, tudo sinto
Deixo-me levar até onde me quiseres conduzir,
Certo de que se estiveres por perto,
Esta abolição final da lógica, da consciência, da lucidez
Será o eternizar deste mundo surreal
Neste encontro imortal
As acções, os sentimentos e as palavras
Ficarão eternizadas no doce recanto das memórias
Vibrações máximas desse amor sem igual
Caminho neste turbilhão de emoções
Neste sentimento capaz de mover o mundo
E que me dá forças para viver dia após dia
Desnorteada, perdida, completamente fora de mim
Assim me sinto quando me tocas, não o corpo mas a alma
O pulsar frenético do meu coração expõe as minhas fraquezas
Nada tenho, tudo sinto
Deixo-me levar até onde me quiseres conduzir,
Certo de que se estiveres por perto,
Esta abolição final da lógica, da consciência, da lucidez
Será o eternizar deste mundo surreal
Neste encontro imortal
As acções, os sentimentos e as palavras
Ficarão eternizadas no doce recanto das memórias
Vibrações máximas desse amor sem igual
sábado, 13 de outubro de 2007
NOME DO MEDICAMENTO : HOMEM
Indicações:
Homem é recomendado para mulheres em geral.
Homem é eficaz no controle do desanimo, da ansiedade, irritabilidade, mau humor, insónia, etc....
Posologia e Modo de usar:
Homem deve ser usado pelo menos três vezes por semana.
Não desaparecendo os sintomas, aumente a dosagem ou procure outro.
Homem é apropriado para uso externo ou interno, dependendo das necessidades da mulher.
Precauções:
Mantenha longe do alcance das amigas. Manuseie com cuidado, pois Homem explode sob pressão, principalmente quando associado a álcool etílico.
É desaconselhável o uso imediatamente após as refeições.
Apresentação :
Mini, Midi, Plus ou Super Mega Maxi Plus (uiiiiiii!...)
Conduta na Overdose :
O uso excessivo de Homem pode produzir dores nas ancas, dores abdominais, entorses, contracturas lombares, assim como ardor na região pélvica.
Recomenda-se banhos de assento, repouso e confidências para a melhor amiga.
Efeitos Colaterais:
O uso inadequado de Homem, pode acarretar gravidez e acessos de ciúmes.
O uso concomitante de produtos da mesma espécie pode causar enjoo, fadiga crónica e em casos extremos lesbianismo.
Prazo de Validade:
O número do lote e a data de fabrico encontram-se no Bilhete de Identidade e no cartão de crédito.
Composição:
Água, tecidos orgânicos, ferro e vitaminas do complexo P.
Cuidado:
Existem no mercado algumas marcas falsificadas - embalagem de excelente qualidade, mas quando desembrulhado, verifica-se que o produto não fará efeito nenhum, muito pelo contrário, o efeito é totalmente oposto, ou seja, além de não ser eficaz no tratamento das mulheres, podem agravar os sintomas e até inibindo o efeito do medicamento correcto.
INSTRUCÕES PARA O PERFEITO FUNCIONAMENTO DE UM HOMEM
1 - Ao abrir a embalagem, faça uma cara neutra: não se mostre muito empolgada com o produto. Se fica muito segura de si, o homem não funciona bem.
2 - Guarde em local fresco (homem fedorento não da) e seguro (não esqueça que ele é o sexo frágil).
3 - Deixe fora do alcance de qualquer vizinha sorridente. Ela pode fazer um estrago ao seu produto.
4 - Para ligar, basta uns beijinhos no pescoço pela manhã. (falta de educação é um defeito de fabrica).
5 - Programe-o para assinar os talões de cheques sem fazer muitas perguntas.
6 - Carregue as baterias três vezes por dia: café da manhã, almoço e jantar. Mais do que isso provoca pneuzinhos indesejáveis.
7 - Em caso de defeito, algumas tácticas costumam dar certo - comece por esconder o controlo remoto. Se a falha persistir, cancele o futebol do fim-de-semana e o copo com os amigos.
Se o problema for grave mesmo, é preciso tratamento de choque: a única solução é greve de sexo.
8 - Há coisas que devem ser estimuladas para ele fazer bem, como seja mudar lâmpadas, abrir frascos de azeitonas e latas em geral, trocar pneus, carregar malas, pregar pregos na parede, arranjar o carro, passear o cão, etc.
Atenção: homem não tem garantia e todas as espécies são sujeitas a defeitos de fabrica, como deixar a toalha molhada na cama, mijar a tampa da sanita e deixá-la levantada, fazer confusão, espalhar as coisas, criticar, reclamar, exaltar-se, beber demais, comer cebola, esquecer datas de aniversario, ressonar, etc....
Não existe arranjo. A solução é ir trocando até se encontrar o modelo ideal, que, dizem as recentes pesquisas, ainda não foi INVENTADO (mas não custa tentar)
Homem é recomendado para mulheres em geral.
Homem é eficaz no controle do desanimo, da ansiedade, irritabilidade, mau humor, insónia, etc....
Posologia e Modo de usar:
Homem deve ser usado pelo menos três vezes por semana.
Não desaparecendo os sintomas, aumente a dosagem ou procure outro.
Homem é apropriado para uso externo ou interno, dependendo das necessidades da mulher.
Precauções:
Mantenha longe do alcance das amigas. Manuseie com cuidado, pois Homem explode sob pressão, principalmente quando associado a álcool etílico.
É desaconselhável o uso imediatamente após as refeições.
Apresentação :
Mini, Midi, Plus ou Super Mega Maxi Plus (uiiiiiii!...)
Conduta na Overdose :
O uso excessivo de Homem pode produzir dores nas ancas, dores abdominais, entorses, contracturas lombares, assim como ardor na região pélvica.
Recomenda-se banhos de assento, repouso e confidências para a melhor amiga.
Efeitos Colaterais:
O uso inadequado de Homem, pode acarretar gravidez e acessos de ciúmes.
O uso concomitante de produtos da mesma espécie pode causar enjoo, fadiga crónica e em casos extremos lesbianismo.
Prazo de Validade:
O número do lote e a data de fabrico encontram-se no Bilhete de Identidade e no cartão de crédito.
Composição:
Água, tecidos orgânicos, ferro e vitaminas do complexo P.
Cuidado:
Existem no mercado algumas marcas falsificadas - embalagem de excelente qualidade, mas quando desembrulhado, verifica-se que o produto não fará efeito nenhum, muito pelo contrário, o efeito é totalmente oposto, ou seja, além de não ser eficaz no tratamento das mulheres, podem agravar os sintomas e até inibindo o efeito do medicamento correcto.
INSTRUCÕES PARA O PERFEITO FUNCIONAMENTO DE UM HOMEM
1 - Ao abrir a embalagem, faça uma cara neutra: não se mostre muito empolgada com o produto. Se fica muito segura de si, o homem não funciona bem.
2 - Guarde em local fresco (homem fedorento não da) e seguro (não esqueça que ele é o sexo frágil).
3 - Deixe fora do alcance de qualquer vizinha sorridente. Ela pode fazer um estrago ao seu produto.
4 - Para ligar, basta uns beijinhos no pescoço pela manhã. (falta de educação é um defeito de fabrica).
5 - Programe-o para assinar os talões de cheques sem fazer muitas perguntas.
6 - Carregue as baterias três vezes por dia: café da manhã, almoço e jantar. Mais do que isso provoca pneuzinhos indesejáveis.
7 - Em caso de defeito, algumas tácticas costumam dar certo - comece por esconder o controlo remoto. Se a falha persistir, cancele o futebol do fim-de-semana e o copo com os amigos.
Se o problema for grave mesmo, é preciso tratamento de choque: a única solução é greve de sexo.
8 - Há coisas que devem ser estimuladas para ele fazer bem, como seja mudar lâmpadas, abrir frascos de azeitonas e latas em geral, trocar pneus, carregar malas, pregar pregos na parede, arranjar o carro, passear o cão, etc.
Atenção: homem não tem garantia e todas as espécies são sujeitas a defeitos de fabrica, como deixar a toalha molhada na cama, mijar a tampa da sanita e deixá-la levantada, fazer confusão, espalhar as coisas, criticar, reclamar, exaltar-se, beber demais, comer cebola, esquecer datas de aniversario, ressonar, etc....
Não existe arranjo. A solução é ir trocando até se encontrar o modelo ideal, que, dizem as recentes pesquisas, ainda não foi INVENTADO (mas não custa tentar)
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Vida efêmera
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera,
talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades
que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tão pouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?!
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente !
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para dentro e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades
que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tão pouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?!
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente !
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para dentro e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
Vida efêmera
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera,
talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades
que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?!
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente !
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para dentro e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades
que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença!
E o tempo passa...
Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa.
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?!
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente !
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para dentro e agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.
A única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida.
Passamos a vida em busca da felicidade.
Procurando o tesouro escondido.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes.
Outros fogem para casa em busca da felicidade.
Uns se casam pensando em serem felizes.
Outros se divorciam para serem felizes.
Uns desejam viver sozinhos para serem felizes.
Outros desejam possuir uma grande família a fim de serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas buscando serem felizes.
Outros trabalham além do normal
buscando a felicidade.
Uns desejam ser profissionais liberais
para comandar a sua própria vida e poder serem felizes.
Outros desejam ser empregados
para ter a certeza do salário no final do mês e,
assim, poderem ser felizes.
Outros, ainda, desejam trabalhar por comissão,
assegurando que o seu esforço
se transforme em melhor remuneração e assim serem felizes.
É uma busca infinita.
Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão.
Nunca o fruto está maduro.
Nunca o carinho recebido é suficiente.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidirmos sermos felizes,
nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa.
E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte.
Sempre que dependemos de fatores externos para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não se encontra nas coisas exteriores.
A felicidade consiste na satisfação com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer o homem sábio feliz, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaz a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos algo a fazer, alguém para amar, alguma coisa para esperar, seremos felizes.
Tenhamos certeza:
A única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida.
Repartir nossas alegrias
é como espalhar perfumes sobre os outros:
Sempre algumas gotas acabam caindo sobre nós mesmos.
Se chover, seja feliz com a chuva que molha os campos, varre as ruas e limpa a atmosfera.
Se fizer sol, aproveite o calor.
Se houver flores em seu jardim, aproveite o perfume.
Se tudo estiver seco, aproveite para colocar as mãos na terra, plantar sementes e aguardar a floração.
Procurando o tesouro escondido.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes.
Outros fogem para casa em busca da felicidade.
Uns se casam pensando em serem felizes.
Outros se divorciam para serem felizes.
Uns desejam viver sozinhos para serem felizes.
Outros desejam possuir uma grande família a fim de serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas buscando serem felizes.
Outros trabalham além do normal
buscando a felicidade.
Uns desejam ser profissionais liberais
para comandar a sua própria vida e poder serem felizes.
Outros desejam ser empregados
para ter a certeza do salário no final do mês e,
assim, poderem ser felizes.
Outros, ainda, desejam trabalhar por comissão,
assegurando que o seu esforço
se transforme em melhor remuneração e assim serem felizes.
É uma busca infinita.
Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão.
Nunca o fruto está maduro.
Nunca o carinho recebido é suficiente.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidirmos sermos felizes,
nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa.
E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte.
Sempre que dependemos de fatores externos para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não se encontra nas coisas exteriores.
A felicidade consiste na satisfação com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer o homem sábio feliz, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaz a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos algo a fazer, alguém para amar, alguma coisa para esperar, seremos felizes.
Tenhamos certeza:
A única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida.
Repartir nossas alegrias
é como espalhar perfumes sobre os outros:
Sempre algumas gotas acabam caindo sobre nós mesmos.
Se chover, seja feliz com a chuva que molha os campos, varre as ruas e limpa a atmosfera.
Se fizer sol, aproveite o calor.
Se houver flores em seu jardim, aproveite o perfume.
Se tudo estiver seco, aproveite para colocar as mãos na terra, plantar sementes e aguardar a floração.
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